Fundamentos
Como funciona um loteamento, do começo ao fim
As etapas em ordem — viabilidade, projeto, diretrizes, aprovação, licenciamento, registro, obra, vendas e entrega — com prazo típico de cada uma.
Ler o artigo →
Desenvolvemos loteamentos próprios e participamos societariamente de projetos de terceiros pelo Brasil, aportando capital, estruturação e gestão.
Mais que lotes. Cidades que transformam.
Investimento inteligente, dimensionado para atravessar o ciclo inteiro do empreendimento.
Cidade antes do produto. Desenho urbano consistente sustenta a valorização e acelera a aprovação.
Terrenistas como sócios. Permuta, participação no resultado ou modelo híbrido.
Praças identificadas antes de estarem disputadas, quando a equação ainda é boa para os dois lados.
Áreas que nasceram rurais ganham, com o tempo, uma nova vocação. O eixo de expansão muda, a infraestrutura chega, o plano diretor é revisto, a demanda se desloca. Enxergar essa virada antes do mercado é o trabalho.
O lote continua sendo a porta de entrada da moradia no Brasil — o Censo 2022 do IBGE registra 87,2% da população vivendo em casa ou em casa de vila e condomínio. É no interior e nas franjas urbanas que esse mercado acontece, e é ali que uma gleba deixa de ser terra e passa a ser bairro.
Desenho urbano consistente sustenta a valorização e acelera a aprovação. Quem trata gleba como planilha entrega bairro morto — e bairro morto não vende.
Terraplenagem, drenagem, pavimentação e redes são desafios que a indústria já superou. O que separa um loteamento que dá certo de um que quebra é a inteligência de negócio por trás e o acesso a capital para executar.
Urbanismo, aprovação, engenharia, jurídico, comercial, incorporação. Reunimos os melhores especialistas de cada disciplina na estruturação e na execução.
Na maior parte das propostas que chegam a um proprietário de gleba, o formato já vem definido — normalmente alguma modalidade de permuta — e a negociação se resume ao percentual. O modelo em si não é o problema: a permuta é consagrada e, em muitos casos, é a escolha certa.
O que costuma faltar é a conversa anterior a ele. Sem ela, o proprietário acaba dentro de uma estrutura desenhada para o projeto, não para a sua família. Três perguntas evitam isso.
Quando a viabilidade do projeto comporta, é possível estruturar um adiantamento dentro da parceria, abatido da participação futura. Não é sempre, e não é compra da área — é uma antecipação do que já seria seu.
Aprovação, obra e vendas somam anos. Você precisa saber o cronograma real e como recebe ao longo dele — não só no fim.
Herança, inventário, sócios irmãos, condôminos, necessidades diferentes entre gerações. Uma estrutura única para famílias diferentes é a origem de boa parte dos conflitos do setor.
Não fazemos oferta de balcão por metro quadrado. Antes de falar de números, lemos o município, lemos o mercado e entendemos o lugar da sua área dentro da cidade. A mesma gleba vale coisas diferentes conforme o vetor de crescimento, o acesso, a topografia e a rede pública disponível.
De experiência dos sócios no mercado imobiliário.
Em VGV somado nos projetos desenvolvidos e estruturados pelos sócios.
Habitantes: a faixa de municípios em que concentramos a análise.
Sede em São Paulo, com projetos em diversas regiões do país.
Guias em linguagem simples sobre como funciona um loteamento, o que pesa na análise de uma área, quanto tempo o processo leva e quais são, de fato, as suas opções.
Fundamentos
As etapas em ordem — viabilidade, projeto, diretrizes, aprovação, licenciamento, registro, obra, vendas e entrega — com prazo típico de cada uma.
Ler o artigo →Estrutura da parceria
O que cada modelo entrega, o que protege e o que custa. A comparação honesta entre permuta, participação no resultado e híbrido.
Ler o artigo →Risco
Planejamento, capital e execução. As três causas reais — e os sinais de fragilidade que dá para identificar antes de assinar.
Ler o artigo →As duas coisas são possíveis, mas o nosso modelo central é a parceria. O proprietário deixa de vender terra e passa a participar do empreendimento — por permuta, por participação no resultado ou por um modelo híbrido, desenhado caso a caso.
Quando a estrutura de parceria não é a melhor solução para a família, dizemos isso com clareza em vez de forçar um formato.
Não. A submissão é gratuita, sem compromisso e sem exclusividade. Você não assina nada para ser analisado.
Atuamos em todo o Brasil. Nosso foco de análise são municípios de 30 mil a 150 mil habitantes com alto potencial de crescimento, independentemente da região.
Não necessariamente. Boa parte dos loteamentos nasce em áreas que eram rurais e ganharam vocação urbana com o crescimento do município. O que importa é onde a gleba está em relação ao perímetro urbano, ao zoneamento e aos vetores de expansão da cidade.
Envie sua área com confidencialidade, sem custo e sem exclusividade. Analisamos o município e o contexto da gleba e retornamos em até 48 horas — inclusive quando a resposta é não.